
*Casa*
Vou construir um casulo em mim pra você morar.
Só porque eu achei você meio assim sem teto, sem eira nem beira, nem chão.
Só porque eu quis um motivo pra te ter por perto, te guardar na estante, ao alcance das mãos.
Só porque no cinza, tu foi verde.
E no fim da história mal contada, a borboleta sempre fui eu.
"João de Barro, eu te entendo agora".
Ps.: Traga-me de volta.